Manuel Costa é o candidato do PPM à Câmara Municipal de Ponte de Lima

O PPM apresentará nas próximas eleições autárquicas, concretamente à presidência da Câmara de Ponte de Lima, o seu militante Manuel Ribeiro da Costa. O candidato apresenta-se como gestor de negócios, 51 anos e morador em Vitorino das Donas, e pretende tirar a autarquia da gestão do CDS/PP.

«O PPM-Partido Popular Monárquico é um partido que tem nas suas vertentes e muito bem vincadas as autarquias, o municipalismo», adianta.

«Faz cerca de trinta anos que o PPM não apresenta qualquer candidatura a eleição camarária. Este é o momento de voltar ao convívio dos munícipes; este é o momento depois de revitalizado o partido de nos unirmos por um concelho mais solidários, mais democrático», refere em comunicado a Comissão Política Concelhia dos monárquicos.

A situação democrática que «dia a dia se degrada» em Ponte de Lima, «os abusos, o abandono das populações e dos deveres que para com estas teriam mas que ignoram ostensivamente», são algumas das acusações mais contundentes.

Para o PPM, o cncelho «está hoje na cauda do desenvolvimento de todo o Portugal, estamos a hipotecar o futuro, nosso e dos nossos, pelo que garantem que «somos neste momento apenas fornecedores de mão de obra para os concelhos vizinhos que geograficamente estão muito, mas mesmo muito pior colocados nas acessibilidades, mesmo assim conseguem ter as suas zonas industriais repletas».

Manuel Costa

PPM candidata Manuel Costa à Câmara Municipal

A falta de uma política de investimento, na indústria não poluente, na agricultura, na educação e na cultura histórica local, são para os monárquicos alguns dos problemas com que são confrontados os limianos.

«As sucessivas e recorrentes 'jogadas'  de apenas investirem em locais estratégicos de onde possam retirar proveitos, ou seja apoios para futuras reeleições, empobrecendo todo um concelho em detrimento pessoal», fazem parte de uma estratégia do CDS em que «o investimento em locais, freguesias, que são governadas por forças políticas da mesma sigla que o executivo da CMPTL, raramente são 'premiados' por melhoramentos em claro detrimento de algum investimento que se faz em freguesias que se pretende conquistar as graças da população», sendo que «depois de conseguido esse objetivo essa freguesia é assim e em relação a obras, depois de conquistadas, politicamente abandona-se o investimento».

 O comunicado denuncia aquilo que caracteriza de «negócios mal explicados, com permissão de execução de obras mesmo antes  da venda dos lotes,  com forte oposição aos Limianos defendendo o investidor quando deveria ser ao contrário».

A oposição em Ponte de Lima «não existe e com raras exceções curvam-se respeitosamente perante o poder instituído, é o caciquismo total».

O PPM alega ter um projeto, ter ideias de renovar o concelho. E definem prioridades: «na indústria não poluente;  na agricultura temos um projeto ambiciosos;  na Educação, o apoio, transporte e acompanhamento sustentado dos alunos; no desporto e cultura e  na parte social, assistência a idosos».

O PPM – Partido Popular Monárquico apresentará, aos órgãos da Câmara Municipal de Ponte de Lima, listas compostas por pessoas que desejam para a população  um concelho em que «todos possam viver melhor».

A Comissão Política Concelhia conclui que «este é o momento de fazer com que o seu voto conte, este é o momento de devolver o Município aos Limianos».

Cartaz