Empresas têm apenas até 7 de abril para se candidatarem ao PEJENE

  • ·  Empresas podem submeter a sua candidatura até 07 de abril em www.fjuventude.pt/pejene2017
  • ·  Programa destina-se a jovens estudantes que se encontrem a frequentar o penúltimo e último ano de qualquer curso do ensino superior
  • ·  PEJENE 2017 aposta em novas áreas de formação
  • ·  Mais de 300 empresas já disponibilizaram cerca de 450 vagas para estágios, nas mais variadas áreas de formação
  • PEJENE fechou 2016 com uma taxa de empregabilidade na ordem dos 19%

As empresas e entidades interessadas em acolher estagiários ao abrigo do Programa de Estágios de Jovens Estudantes do Ensino Superior poderão fazê-lo, até 7 de abril, altura em que termina a primeira fase de candidaturas. A segunda fase é lançada a 17 de abril e destina-se a jovens estudantes que pretendam candidatar-se a um dos cerca de 450 estágios disponibilizados, até ao momento, pelas mais de 300 empresas que já se inscreveram.

 As candidaturas são feitas diretamente através da plataforma www.fjuventude.pt/pejene2017 onde, após avaliação e devido enquadramento, serão divulgadas as vagas disponíveis para estágios.

Segundo Ricardo Carvalho, Presidente Executivo da Fundação da Juventude, «na última edição do programa PEJENE a taxa de empregabilidade, verificada após a realização do estágio, foi de 19%, tendo-se verificado um crescimento de 4% face ao ano anterior. São resultados que se revelam bastante significativos, tendo em conta a conjuntura atual, em que existe uma grande dificuldade de empregabilidade por parte de jovens diplomados».

Em 2017 duas das apostas do PEJENE vão para as áreas que atuem no campo da Economia Laranja e Economia Verde. Assim, são considerados prioritários todos os estágios que se encontrem diretamente ligados a indústrias culturais e indústrias criativas que  compreendem setores em que o valor dos seus bens e serviços se fundamenta na propriedade intelectual como seja arquitetura, as artes visuais e cénicas, o artesanato, o cinema, a investigação ou até a  moda, música, entre outros. Procurando dar resposta à necessidade de apoiar as economias verdes, são privilegiadas as áreas que promovam um desenvolvimento sustentável em termos ambientais e sociais, seja através de processos produtivos industriais, comerciais, agrícolas ou de serviços.

 

«A Economia laranja constitui a base de uma nova partilha do valor da informação na era da criatividade. Apesar da relação complexa entre a economia e a cultura existem que destacam a importância da economia laranja na economia mundial, assim como o seu elevado potencial enquanto exportador de bens e serviços e enquanto potenciador de uma nova geração de empregos. Já a economia verde aponta para um desenvolvimento económico compatibilizando-o com igualdade social, erradicação da pobreza, reduzindo os impactos ambientais negativos e a escassez de matérias-primas», acrescenta Ricardo Carvalho.