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POLÍTICAS DE ESQUERDA OU DE DIREITA

Jorge Melo

Jorge V.E.R. de Melo

Consultor de Comunicação

Já devem ter verificado que essa história de se catalogar as políticas de esquerda ou de direita é uma grande treta. Apenas interessa a certos políticos para conseguirem encontrar algo que os distinga.

Embora existam ainda alguns países resistentes ao fim destes regimes, todos nos apercebemos que a tal esquerda comunista acabou, já lá vão uns anos. A direita fascista ou a ditadura já não têm lugar em qualquer situação política, desde que se trate de gente no seu perfeito juízo.

A história diz-nos que todas as experiências ideológicas comunistas ou ditatoriais acabaram muito mal, não só economicamente como socialmente, por isso não podemos continuar a considerar aquilo que já não existe.

CRIANÇAS

Joaquim Letria

Joaquim Letria

Segundo números oficiosos, em Portugal mais de 40 mil crianças trabalham para comer ou para ajudarem os pais a pôr o pão na mesa.

São números que a situação vigente, preocupada com o défice e com as dívidas atrasadas, não consegue desmentir ou disfarçar e que alguns bispos católicos apontam, tornando-se, sempre que falam, na única voz de desagravo capaz de se fazer ouvir.

Estas crianças todas juntas – para termos uma ideia – encheriam o Estádio José de Alvalade, onde poderiam reunir-se com ministros autoproclamados do socialismo e a sua comprometida oposição, todos fazendo musculação batendo com a mão no peito e vestindo-se de luto aliviado pelas vítimas dos vergonhosos incêndios de 2017.

DEFENDER O PATRIMÓNIO NÃO É APENAS UM DIREITO, É UM DEVER!

Manuel Monteiro

Manuel Monteiro

Professor Universitário

  1. Defender o património, nomeadamente o urbanístico, significa também proteger as populações da voracidade construtiva que, em nome de um muito duvidoso desenvolvimento, não olha a meios para descaracterizar o que ajuda a definir a identidade própria de aldeias, vilas e cidades. Aliada tantas vezes à insensibilidade autárquica e à complacência de outras instituições e outros organismos públicos, essa voracidade construtiva nunca se preocupou nem com a tradição, nem com a preservação.