Ambiente

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“Rochas que contam histórias”: projeto para tornar o território classificado de Arcos de Valdevez num centro interpretativo

O Município de Arcos de Valdevez aprovou, por unanimidade, a abertura de procedimento para concurso internacional relativo ao projeto “Rochas que contam histórias”. Esta iniciativa pretende valorizar e transformar o património geológico e geomorfológico de Arcos de Valdevez num grande centro interpretativo.

Queimadas ilegais no centro da Meadela

Estamos no "período crítico" de incêndio até 31 de outubro" que na sua longa lista de restrições tem "não pode fazer queimadas" e "não pode fazer queimas ". Em Portugal este ano já morreram mais de 100 pessoas vítimas de incêndios. Segundo o relatório recente 98% dos fogos resultam de acidentes e de negligência.

Relatório Oficial sobre os Incêndios

Relatório oficial (em anexo) sobre os incêndios que publicámos na semana passada em 'ÚLTIMA HORA', mas que repetimos pela sua importância e actualidade.

SISTELO - UMA DAS 7 MARAVILHAS DE PORTUGAL!

O rastilho da chama que ateia o fogo, da hipocrisia comum!

António Fernandes

António Fernandes

Chefe de Serviços de Multinacional de Telecomunicações

O País ardeu. A Norte e Centro.

Perto da meia centena de pessoas morreram.

Milhares de animais morreram também.

A floresta foi devastada.

Aldeias foram reduzidas a escombros.

Bens móveis e imóveis foram reduzidos a cinzas.

Ordenamento…colide com subsídios para eucaliptos

De acordo com técnicos florestais, embora os incêndios sejam uma calamidade a todos os níveis, poucas pessoas parecem saber que a paisagem mediterrânica está intimamente ligada com o fogo e que a vegetação autóctone está bem adaptada e, em alguns casos, até dependente da sua ocorrência regular.

"Muitas das espécies vegetais aqui presentes são estimuladas pelo fogo, ou seja, por factores, como o calor e o fumo, que promovem fenómenos como a dispersão, a germinação, a floração, etc.». Então, por que razão não controlam os incêndios?

Incêndios de outubro “infernizaram” Arcos de Valdevez

O dia 15 de outubro, o pior do ano em matéria de incêndios, foi infernal no concelho de Arcos de Valdevez. Dos cerca de dez fogos que estiveram ativos só nesse dia, os mais “castigadores” foram os que lavraram em Soajo e Cabreiro, freguesia onde vários animais (bovinos e equinos) acabaram calcinados.

Incêndios destruíram 35% do território concelhio de Monção

Numa primeira avaliação, embora provisória, os incêndios do último fim de semana, que tiveram início no sábado à noite e estabilizaram na manhã de ontem, destruíram 6 mil hectares do território concelhio, o equivalente a 35 por cento da totalidade do nosso concelho.

Vespas-asiáticas e incêndios reduzem rendimento dos apiários nos Arcos

As vespas-asiáticas não dão descanso aos apicultores no Alto Minho. A praga está a diminuir, consideravelmente, a produção de mel nesta região, mas os habitats naturais destruídos pelos incêndios no verão de 2016 também estão na origem do reduzido rendimento dos apiários.

Chuva extingue incêndios em Monção

Em Monção lavraram diversos incêndios em mais de 5 freguesias do concelho, sendo as de Merufe, Barbeita e Longos Vales as mais fustigadas.

O Pavilhão desportivo da Escola de Monção foi utilizado para que algumas das pessoas possam passar a noite, nomeadamente os idosos do lar de Barbeita que tiveram de ser retirados por precaução.

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